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5 personagens que foram o Batman no lugar de Bruce Wayne

Ano passado, quando a DC lançou a linha DC YOU, tivemos Jim Gordon assumindo a capa do vigilante sombrio mais famoso do mundo. Os fãs reclamaram, a ideia não foi pra frente (infelizmente, pois a história estava excelente) e Batman voltou a ser Bruce Wayne. Mas essa não foi a primeira vez que isso aconteceu.

Então, quem mais vestiu o manto negro quando Bruce não estava disponível? Surpreendentemente, muitas pessoas. Separamos para você 5 vezes que o Batman não foi Bruce Wayne, garantindo uma folga para o bilionário.

OBS: Estamos levando em conta apenas o universo principal da DC, então desconsiderem as realidades alternativas.

5 – Hugo Strange

Substitutos do Batman – Hugo Strange

Acredite, um vilão substituiu Bruce. E em mais de uma ocasião.

Algumas vezes ao longo do tempo, Hugo Strange usou de sua obsessão pelo Batman como catalisador para tentar ser o homem morcego – inclusive aparecendo em público dessa forma. Para isso o vilão tirava o herói de cena, mas por mais sucesso que tivesse, sempre durava pouco tempo, já que o bilionário conseguia escapar e recuperar o disfarce perdido.

4 – Damien Wayne

Substitutos do Batman – Damien Wayne

Em um possível futuro retratado em Batman #666, Damian Wayne cresceu e assumiu o papel do Homem Morcego no lugar de seu pai. Isso ocorre depois que Bruce é assassinado na sua frente, na epoca em que Damien era apenas Robin. A dor da perda misturada ao ódio levaram o jovem a assumir o manto do pai, e Damien passa a perseguir os criminosos e leva-los à justiça.

3 – Tim Drake

Substitutos do Batman – Tim Drake

Quando Bruce Wayne foi dado como morto, o jovem Tim Drake resolveu assumir o lugar do herói. Apesar de imaturo e inexperiente, as habilidades físicas de Tim aliado a sua excelente capacidade de raciocínio logico o levaram a ser um Batman eficiente – pelo menos mais do que poderíamos supor. Atualmente Tim é o Batman na Neo Gotham da HQ Batman Beyond.

2 – Terry McGinnis

Substitutos do Batman – Terry Mcginnis
Na futuristica cidade Neo-Gotham, um jovem chamado Terry McGinnis foi orientado por um velho Bruce Wayne para assumir o manto do Batman. Esta encarnação foi baseada na popular série de TV Batman Beyond, e a DC somente incluiu Terry McGinnis em seu cânone oficial anos depois. Sua Batsuit era única, capaz de proezas tecnológicas muito mais avançadas do que qualquer coisa possível hoje.

1 – Dick Grayson

Substitutos do Batman – Dick Grayson

O Robin original cresceu e se tornou o super-herói acrobático Asa Noturna, e o protegido do homem morcego usou a roupa do Batman diversas vezes ao longo dos anos. Sua primeira (e bastante breve) substituição aconteceu quando Jean Paul Valley – um outro homem que foi o Batman – decide largar o manto por considerar o disfarce perigoso demais. Muitos anos depois, Grayson se tornou Batman por um longo período, sendo o personagem que por mais tempo usou o uniforme.

By |2020-11-23T16:29:35+00:00maio 29th, 2021|Livros Nerd|0 Comments

Melhores Momentos Resident Evil! (Jogo)

Resident Evil é de longe uma das franquias de jogos de terror mais famosas de todos os tempos e também uma das mais amadas.

Com mais de 60 milhões de cópias vendidas desde 1996, Resident Evil já nos trouxe vários momentos memoráveis nesta incrível franquia. Uma história gigantesca, personagens sensacionais e fãs devotos, a série já existe a mais de quatro gerações de consoles domésticos, produzindo uma estimativa de setenta e cinco títulos, incluindo spin-offs, remakes e relançamentos em HD.

Com tanto tempo de existências e uma quantidade imensa de jogos já lançados é de se esperar que exista momentos bem bizarros e acontecimentos um tanto quanto… intrigantes. Desde cenas mal executadas com zumbis, como acontecimentos que ninguém sabe explicar o porque. Resident Evil teve uma vida bem interessante no passar destes vinte anos. A série saiu de um jogo de survival horror tradicional para uma aventura com tiros e zumbis, nada muito familiar ao que era, mas ainda assim bem interessante.

A franquia chega aos vinte anos de existência mês que vem, e considerando todos esses pontos que trouxe acima, hoje venho trazer a vocês um compilado de acontecimentos bem bizarros em Resident Evil, desde o primeiro jogo de PS1 ao mais atual, Resident Evil 6.

1 – A Intro em Live Action de Resident Evil 1

Vamos começar com algo clássico, incrível, fenomenal. Quando Resident Evil foi lançado, a CAPCOM imaginou que seria uma ótima ideia criar uma trailer mais imersivo, e com isso fizeram um live action curtinho introduzindo as pessoas ao jogo e deixando tudo “mais cinemático”. O problema mesmo é que eles fizeram tudo por conta própria, algo que os deixou com poucas opções de atores que realmente falassem inglês fluentemente. E com isso eles só puderam usar o que tinha disponível no momento, e o resultado pode ser visto abaixo:

2 – Os Crimson Heads (Resident Evil Remake)

Se os inimigos de Resident Evil não fossem assustadores o bastante, o Remake do primeiro jogo lançado para Gamecube nos introduziu algo extremamente bizarro. Os Crimson Heads, bem parecido com zumbis comuns, porém extremamente resistentes e rápidos, e se isso não fosse o bastante esses zumbis atletas só morrem removendo sua cabeça ou explodindo o cérebro. Uma dica pra todos que não jogaram, queime todo zumbi comum que você encontrar, só isso…

3 – Jill estapeia Carlos pra lhe ensinar bons modos!

Bem, vamos e convenhamos que Carlos do Resident Evil 3 é um tremendo babaca. O cara não só fala coisas extremamente inapropriadas como escolhe os piores momentos pra fazer isso.

Depois de escapar da morte ele diz a Jill: “Eu sei, você quer me convidar pra sair, as gatinhas adoram meu sotaque.” Tempo depois, ele novamente comenta: “Só pra você saber, eu não sou muito fã deste negócio de sentir dor por prazer”. Jill eventualmente perde a paciência com Carlos e da um tremendo tapa na cara dele pra ensiná-lo umas boas maneiras. Dadas as circunstâncias, ninguém pode culpá-la.

4 – A pior piada que Chris poderia contar

Após derrotar a Planta 42 – uma enorme planta que morava dentro da mansão Spencer – Chris Redfield fala a seguinte frase: “Parece que chegamos a RAIZ do problema”.

Olha… eu quase me surpreendi nessa.

5 – Um zumbi… assado?

No capítulo 5-1 de Resident Evil 4, existe um Majini (Nome dado aos humanos infectados) preso dentro de um forno na cozinha. Assim que você o incomoda, ele sai correndo de dentro de seu esconderijo e se chegar até o jogador, você acaba tomando uma quantidade absurda de dano por conta do fogo, a melhor forma de lutar com ele é correr, já que eventualmente o senhor em chamas cai no chão e entra em colapso.

É uma parte bem bizarra do jogo, mas o mais impressionante é a reação de Leon a tudo isso. Após o majini morrer, você pode inspecionar o forno e Leon casualmente se pergunta “O que ele estava fazendo aqui?” como se realmente essa fosse a pergunta a se fazer numa hora dessas.

6 – O saco na sala dos Regenerators

Não precisamos nem abrir uma discussão pra todos aceitarem a prisão dos Regenerators como a pior parte de Resident Evil 4. É tenebroso, assustador e os Regenerators em si são os monstros mais horrificantes de toda a franquia de Resident Evil. E se isso tudo não bastasse, dentro da sala tem uma lata de lixo com um saco que não contem um lixo comum, o saco se contorce furiosamente e faz sons muito estranhos, o problema é que ninguém sabe o que tem dentro do saco até hoje, acredito que ninguém queria mesmo saber.

7 – Decapitação de Leon em Resident Evil 4

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Ok, Resident Evil não tem um histórico muito legal com cenas de morte, porém eles capricharam bastante no encontro entre Leon e o “Cara da Serra elétrica” em RE4. De todos os jogos lançados até hoje, acredito que essa seja a morte mais brutal e impactante até hoje.

8 – Leon dirige um avião apertando X (Resident Evil 6)

Resident Evil 6 é um jogo intrigante, e infelizmente não é da maneira boa, mas eu vou tentar me conter a não falar dos problemas do jogo e trazer pra vocês um dos momentos mais ‘????’ de todo o jogo. No capítulo quatro da campanha do Leon, devido a acontecimentos ridículos, Leon é forçado a controlar um avião.

Esquecendo o fato que RE já foi um jogo de horror, Leon precisa pousar este avião para sair vivo, porém o jogador precisa simplesmente participar de um quick time event (Sequência de botões ensaiadas que são mostrados na tela) para conseguir seu objetivo. É irrelevante, simples e sem motivo algum, o momento foi tão estragado com isso que nem mesmo uma tensão você realmente consegue sentir.

9 – Luta contra Wesker dentro de um Vulcão (Resident Evil 5)

Wesker é um vilão excêntrico, bizarro e bem popular, e Resident Evil 5 nos mostra isso muito fácil. Com ideia de dar alguma grandeza estranha a luta final do jogo, Chris Redfield e Sheva precisam derrotar Albert Wesker dentro de um vulcão.

Até um certo momento as coisas parecem bem épicas, mas a luta é tão longa que não parece ter fim, sem contar que assistir o Chris socar uma pedra gigante é bem estranho.

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10 – WWE no Resident Evil (Resident Evil 4)

Acho que esse vai ser bem simples de explicar e também bem tranquilo de se entender não é? Me expliquem por qual motivo Leon pode dar um suplex nos inimigos em Resident Evil 4? A ideia sempre foi evitar o contato com um combate a distância ou usar de facas para matar o inimigo quando ele estiver perto, quem achou que seria uma ótima ideia adicionar um golpe de luta livre ao jogo?
No mais, era algo bem engraçado de se fazer.

11 – Roupas alternativas em Resident Evil

“Precisamos ganhar mais dinheiro com RE, alguma ideia?” e provavelmente essa foi a frase que iniciou todas as DLCs de Resident Evil com roupas alternativas. Eu sinceramente nunca entendi o real motivo da existência dessas roupas e é bem fácil de se perceber pra quem elas foram desenhadas, desde Jill Valentine como líder ou “policial sexy”, até Chris Redfield vestido como um ninja.

Convenhamos que é uma forma bem boba de se ganhar mais dinheiro.

12 – Um joystick motosserra

Se já não bastasse assistir o Leon perder a cabeça em Resident Evil 4, a Nubi Tech criou um controle em formato de motosserra pra promover o lançamento do jogo para Gamecube, este pode ser um dos periféricos mais bizarros e sem motivo que você já viu.

Imagino que quem tenha comprado nunca sequer jogou usando isto, imagina o quão complicado deve ser jogar com um ‘trambolho’ deste tamanho. Provável usem de decoração, o que pode até funcionar, se você quiser espantar as pessoas do seu quarto.

13 – Mais uma vez, o Leon morrendo de forma horrível

Lembra quando falei sobre a decapitação de Leon em Resident Evil 4? Então, eu estava me esquecendo disso aqui. Quando eu joguei Resident Evil 6 eu tive a infeliz sorte de morrer para um desses malditos monstros no jogo nesse exato lugar, já que Resident Evil 6 é cheio de momentos com quick time events bobos… (Vinicius, para de reclamar do jogo).

Mas de todos os momentos, esse foi o mais bizarro, horrível e marcante. Quando o monstro gruda em você, seu personagem é obrigado a lutar pela vida e infelizmente se você não conseguir, os dois caem dentro de um triturador de carne gigante e viram bife… é horrível de se assistir.

14 – ASHLEY! 

Eu pensei em falar apenas de uma cena sobre a personagem, mas não da, ela é especial.

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Em Resident Evil 4 Leon é obrigado a salvar a filha do presidente dos Estados Unidos, o problema é que essa pessoa é Ashley Graham.
Em toda a franquia não existe personagem secundário mais chato, irritante, inconveniente e problemático que Ashley, ela passa o jogo todo gritando por ajuda, incomoda você o tempo todo e não lhe ajuda em absolutamente nada. Quem jogou Resident Evil 4 lembra dela gritando “Leon, help! LEON! HELP HELP LEON!”

E se você não se lembra, tome uma pequena amostra da loirinha mais chata de todos os tempos

https://youtube.com/watch?v=13woBVQw1_8

15 – Tofu – The Survivor (Resident Evil 2)

Após completar qualquer cenário (ou uma combinação fases) de Resident Evil 2 seis vezes seguidas em menos de duas horas e meia com rank A em todas elas, você libera um mini game chamado “Tofu Survivor”. A fase consiste em fugir de Raccon City com um Tofu gigante que está equipado apenas com uma faca de combate e algumas ervas curativas. Pra completar o jogo 100% você precisa terminar este evento.

O mais engraçado disso tudo é que o Tofu tem atributos diferentes dos outros personagens, ele é mais durável e não manca quando se machuca, além disso é fácil ver atributos negativos já que existe uma mudança de cor no tofu pra lhe mostrar isso. Se você conseguir completar o level com nosso amiguinho Tofu, você verá uma imagem de HUNK (O quarto sobrevivente) comendo Tofu dentro do helicóptero.

Menção Honrosa: A primeira luta contra Wesker (Resident Evil 5)

Como eu já disse antes, Wesker é um vilão bem bizarro, a primeira vez que você encontra com ele é uma luta contra sua própria mira, a quantidade de vezes que você erra tiros por conta da velocidade dele chega a ser irritante, além disso pode lhe trazer momentos memoráveis como esse

No fim, são muitos momentos que essa franquia trouxe, momentos felizes, triste, engraçados e até mesmo revoltantes, mas mesmo com tudo isso essa pode ser considerada uma das melhores franquias de jogos de terror já criada (Junto com Silent Hill) e ela realmente merece todo o amor que os fãs dão a série!

By |2020-11-23T16:21:08+00:00abril 24th, 2021|Games|0 Comments

Quantas vezes que o Superman morreu

Veja agora as 10 vezes que o Superman morreu

Quantas vezes já não ouvimos as pessoas taxarem Superman como um super-herói chato, poderoso demais, impossível de vencer? Como contar uma história interessante sobre esse personagem tão mitológico? Pois existem muitos argumentos para contrapor essas questões. Para começar o protagonista de uma história possui uma “armadura”, uma aura protetora que o impede de morrer para que a história não perca seu sentido. Pensando dessa forma, Batman – que é apenas um ser humano – é tão invencível quanto Superman. A DC nunca mata seus heróis – pelo menos não permanentemente.

Superman morreu

Mas o homem de aço pode ser totalmente morto. Na verdade ele já morreu, inúmeras vezes. Enquanto muita gente acredita que o personagem seja imbatível – o alienígena é praticamente um Deus – o cara tem suas fraquezas. Kriptonita e magia estão entre as coisas que afetam o herói, além de vilões superpoderosos.

Superman foi morto de diferentes maneiras, e o Invasão separou dez vezes que isso aconteceu para ninguém mais falar que o super-herói mais poderoso é impossível de se vencer.

10 – Espancado até a morte por Apocalypse

As Mortes do Superman – Doomsday

Começando pelo óbvio: a DC planejou um mega evento para divulgar o arco de história que faria o homem de aço morrer. Com a popularidade do herói em baixa não havia muito a perder, e a editora arriscou bastante ao trazer a morte do personagem mais importante do mundo dos quadrinhos.

Os relatos da morte de Kal El acabaram por ser exagerados, já que o personagem volta a vida poucos meses depois com um novo corte de cabelo e um novo set de superpoderes. A história em si foi decepcionante, apesar de todo o alarde, já que não respeitou as características mais interessantes do herói ao trazer apenas porrada e pancadaria.

Em resumo: o vilão geneticamente modificado Apocalypse foi criado pelos autores especificamente para matar o Superman, sendo igualmente forte e invulnerável como o homem de aço. Os dois morrem na luta, e muitos se esquecem que o herói venceu logo antes de desmaiar pelos inúmeros ferimentos e ser dado como morto.

9 – Assassinado pelo Murder Man

As Mortes do Superman – Murder Man

Uma das mortes mais antigas do personagem é também uma das mais icônicas. O antagonista Zunial – conhecido como Murder man e responsável pela morte do homem de aço – fez apenas uma aparição na história de 1966 “A escola para assassinos do Superman” (isso mesmo que você leu).

Os maiores vilões do universo frequentavam essa escola para treinar formas de assassinar o herói, sempre utilizando um robô que emulava os poderes do kriptoniano. Zunial fazia parte dessa escola e consegue matar Super utilizando ondas de rádio de kriptonita. Ele morre, mas por um curto período, já que o robô da escola cede corajosamente sua força de vida para garantir a sobrevivência do homem de aço.

Eu não li essa história, mas todo o plot mirabolante (e bastante bizarro!) com certeza me deixou curioso!

8 – Cometeu suicídio com um bastão mágico
As Mortes do Superman – Bastão Mágico

Esqueça kriptonita! Uma das grandes fraquezas de Superman é a magia, e é dessa forma que o vilão Dr. Light mata o personagem ao hipnotiza-lo para cometer suicídio.

Óbvio que se pararmos para pensar o corpo impenetrável do homem de aço impediria que qualquer objeto atravessasse e causasse sua morte. Pensando nisso o nefasto vilão hipnotiza o personagem e especifica que ele deve encontrar um bastão mágico capaz de afetar seu corpo. Ainda bem que o santo Batman (sempre ele) aparece em seguida e usa o bastão para reverter o feitiço, garantindo a sobrevivência do personagem.

7 – Se matou com uma kriptonita dourada

As Mortes do Superman – Kriptonita Dourada

A história “O que aconteceu ao homem de aço”, escrita pelo gênio Alan Moore, foi concebida para ser um reboot do personagem. Depois de matar Mxyzptlk, o duende vilão da Quinta Dimensão, Superman reconhece que violou a regra mais “sagrada” que havia jurado nunca quebrar: matar um outro indivíduo.

Com o peso na consciência, o herói retorna para a Fortaleza da Solidão e entra em um cômodo que encerra a kriptonita dourada (o tipo mais letal), morrendo instantaneamente.

6 – Sobrecarregado por luz solar

As Mortes do Superman – Luz Solar

Em “Grandes Astros”, Grant Morrison cria um arco de história que celebra toda a mitologia do Superman, trazendo praticamente todos os personagens e vilões que ajudaram a construir o maior herói de todos os tempos.

Entretanto, a celebração tem um pano de fundo trágico, pois Superman sofre uma sobrecarga de luz solar que danifica suas células, e passa o arco inteiro se preparando para sua iminente morte.

5 – Envenenado pelo vírus X
As Mortes do Superman – Virus X

Nessa história, o ventriloquista criminoso Ventor decidi se vingar de Superman, já que o herói havia prendido o vilão em um arco anterior. Para isso, Ventor hipnotiza Clark Kent afim de induzi-lo a matar o Superman (ele acreditava que os dois eram melhores amigos).

Sem saber que se trata da mesma pessoa, o vilão acaba testemunhando o suicídio do personagem, que se envenena com um vírus kriptoniano denominado apenas de “X”. No fim Super sobrevive durante a cremação de seu corpo, já que a luz solar elimina completamente o vírus.

4 – Apunhalado no peito pelo He-Man
As Mortes do Superman – Golpe do He-Man

Em algum momento um grupo de editores achou que seria legal reunir os universos da DC e do He-man e acabaram criando o arco “DC Universe x He-man and The Master of Universe” – o que as empresas não fazem para vender mais brinquedos…

De qualquer forma, na história Esqueleto enfeitiça Superman (a magia ferrando o herói de novo!) que vira uma marionete nas mãos do vilão, atacando tanto a Liga da Justiça quanto He-man e seus amigos. Não muito preocupado com toda a mitologia e importância do super herói mais poderoso do planeta, He-Man decide jogar todo o bom senso pelo ralo e desfere um golpe mortal no peito de Superman, matando-o instantaneamente.

3 – Envelhecido em um milhão de anos
As Mortes do Superman – Velhice

Vimos que Superman foi envenenado, enfeitiçado, apunhalado, atirado no Sol – mas o herói sempre consegue voltar. O que mais faltava fazer? Pensando nisso, em 1970 os autores decidiram que era hora dele morrer por velhice! O vilão Senhor do Tempo, que como o nome deixa óbvio é um personagem que controla o tempo, foi o responsável por esse feito.

Na história, Superman vai resgatar um grupo de astronautas que ficou preso em uma bolha de tempo – criação do vilão controlador do tempo. No processo, o herói acidentalmente cai numa bolha que o leva a envelhecer um milhão de anos! Como o personagem é invencível mas não imortal, ele acaba morrendo de causas naturais.

2 – Lex Luthor criou a cura para o câncer (que era uma kriptonita)
As Mortes do Superman – Cancer

Essa é bem simples: Lex Luthor é solto da cadeia depois de descobrir a cura do câncer e melhorar a vida para toda a humanidade. O único problema é que o vilão desenvolveu o remédio com base na kriptonita, e decide atirar um raio feito com base nesse elemento no peito do Superman. O herói morre agonizando, na frente de todos os seus colegas do planeta diário. Simplesmente cruel!

1 – Morre todos os dias ao longo do tempo

As Mortes do Superman – Gog

E por fim, uma história em que Superman morre várias vezes e de várias formas! Continuação de o Reino do Amanhã, The Kingdom mostra o super poderoso vilão Gog matando o herói. E não apenas isso, ele garante a morte do personagem durante todos os dias de sua vida.

Viajando pelo tempo, Gog mata Superman em cada dia de sua existência, apenas pela crueldade de garantir que toda a vida do homem de aço tenha sido um sofrimento. E as mortes são dos mais diversos tipos: desde uma faca de kriptonita até uma bomba que transforma o herói em kriptonita viva (não entendi também o sentido).

E no final, Superman sobrevive? Não! O herói não é salvo e muito menos ressuscitado. Na verdade ele acaba indo parar em um purgatório cheio outros superman que morreram em linhas do tempo distintas. No minimo assustador!

Curtiram? Se lembrarem de mais alguma morte, deixe nos comentários abaixo!

By |2020-11-23T14:50:13+00:00março 23rd, 2021|Livros Nerd, Resenha|0 Comments

Melhores Bromances de Super Heróis Top 10:

Talvez você ainda não esteja familiarizado com o termo “Bromance”, mas é um conceito que permeia bastante o mundo dos quadrinhos, tratando dos laços de amizade entre dois personagens do sexo masculino. É um amor fraternal, que as vezes flerta com a homossexualidade, mas fica apenas nisso, no flerte.

Bromances de Super Heróis

De humanos superpoderosos a alienígenas assassinos, todo mundo precisa de um amigo. E foi seguindo essa premissa que o Invasão trouxe os 10 melhores bromances de super heróis.

10 – Justiceiro e Demolidor

Talvez bromance seja uma palavra muito forte para essa dupla, mas o Demolidor é a pessoa mais próxima de um amigo que o Justiceiro possui. Considerando que os dois somente se encontram durante momentos de pancadaria e sempre discutem muito a respeito dos valores de cada um – Frank acredita em uma limpeza fascista dos criminosos, enquanto Matt defende a pratica das leis que cada indivíduo tem direito – é um bromance meio sadomasoquista.

9 – Cable e Deadpool

Talvez o bromance mais bizarro, o relacionamento dos personagens mostra que todo cara engraçadão precisa da contra-parte séria (e vice-versa). Quando o revival das HQs solo dos personagens não teve o desempenho de vendas esperado, a Marvel tomou a estranha decisão de unir Cable e Deadpool. E contra todas as previsões, a ideia funcionou bem!

A personalidade forte de Cable – um homem regrado pela dureza da vida militar – foi a contra-parte perfeita para o humor irreverente e escrachado do Mercenário boca suja. Juntos, os personagens alcançavam o equilíbrio e tiveram suas melhores histórias.

Uma pena que a parceria não durou tanto quanto gostaríamos, e hoje os personagens seguem em histórias individuais.

8 – Robin e Superboy

Tim Drake é considerado o segundo Robin mais querido pelos fãs (ele pode até ser o primeiro se pensarmos que muitos hoje enxergam Dick apenas como Asa Noturna) e Superboy – um jovem com atitude punk – aparece em “A morte do Superman”, e foi criado especificamente para preencher o espaço deixado pelo homem de aço.

Os dois jovens heróis formaram a parceria na série “Justiça Jovem”, e os produtores desenvolveram uma bela amizade que durou dentro e fora do desenho, nos quadrinhos dos Jovens Titãs. Um dos grandes motivos por que esse bromance deu tão certo está no fato de quanto ambos personagens são diferentes de seus mentores, possibilitando uma amizade pura e sensível que foi completamente adorada pelos fãs.

7 – Luke Cage e Punho de Ferro

O lutador de rua Luke Cage e o mítico mestre de artes marciais Danny Rand tinham apenas uma coisa em comum: baixa venda de quadrinhos. Dessa forma a Marvel juntou os personagens para dar novo fôlego e o resultado foi sensacional.

Luke e Punho de Ferro se conheceram como inimigos, já que Luke havia sido chantageado a sequestrar a namorada de Danny. Mas os heróis superaram esse imbróglio e rapidamente se tornaram amigos, chutando o rabo dos bandidos e dos baixos lucros.

Quem poderia imaginar que os estilos de Kung Fu e luta de rua poderiam se dar tão bem juntos?

6 – Wolverine e Noturno

Bromances – Wolverine e Noturno

Se você está familiarizado com a super equipe de mutantes apenas no cinema (esperamos desesperadamente que não!), então vai se surpreender com a amizade entre Noturno e Wolverine.

Um assassino e um homem de fé – um combo interessante – e apesar das diferenças gritantes, Wolverine e Noturno se tornaram bons amigos, já que compartilham dos laços mutantes e, principalmente, muita conversa inteligente, sempre acompanhados de um copo de cerveja.

5 – Groot e Rocket Racoon

Bromances – Groot e Rocket Racoon

Não é necessária muita massa cinzenta para entender que toda vez que Groot diz sua célebre frase “Eu sou Groot” ele está dizendo “Você é o meu melhor amigo” para Rocket em todas as vezes que a dupla dinâmica entra em alguma briga.

Uma surpresa muito agradável do Marvel Studios – que captou bem a essência dos personagens na tela grande – os dois heróis já eram amigos desde o tempo em que não eram muito conhecidos e existiam apenas nos quadrinhos. Rocket é um dos poucos seres que consegue compreender Groot, que é leal ao amigo, inclusive na hora de sacrificar sua própria vida em prol da sobrevivência do guaxinim. (Curiosidade: essa cena veio diretamente dos quadrinhos, apesar de muitos acreditarem que foi uma ideia do filme).

4 – Steve Rogers e Bucky Barnes

Bromances – Capitão América e Bucky Barnes

Esse ano vamos ver Steve Rogers sacrificar tudo em prol de seus valores para iniciar uma guerra contra o homem de ferro – guerra essa que tem seu catalisador em Bucky Barnes, amigo de longa data do Capitão.

Steve Rogers e Bucky Barnes são amigos de infância, que cresceram juntos. E juntos também foram para o exército, aonde lutaram contra os nazistas e os agentes da Hydra, e terminaram separados por acontecimentos que já sabemos muito bem (se ainda não sabe é só ver nos filmes ou procurar nos quadrinhos – vai atrás que é legal!).

Quando os heróis se reencontram, depois de alguns pequenos pormenores – Bucky sofre lavagem cerebral e tenta assassinar Steve – a amizade é restaurada e os personagens, tanto nos quadrinhos quanto nos filmes, se tornam inseparáveis.

3 – Flash e Lanterna Verde

Bromances – Flash e Lanterna Verde

Quando Kyle e Wally se reuniram, Grant Morrison os descreveu como sendo Beavis e Butt-Head. Seja provocando um ao outro com insultos no meio da batalha ou fazendo piadinhas sobre os uniformes, Kyle e Wally têm um bromance extremamente divertido, motivo da torcida dos fãs por um filme em conjunto da dupla.

2 – Batman e Superman

Bromances – Batman e Superman

Se nos cinemas eles vão partir para a porrada, nos quadrinhos a história é um pouco diferente. Não que esses personagens mitológicos nunca tenham brigado – principalmente graças a Frank Miller – mas no início dos quadrinhos, na Era de Ouro, os personagens eram melhores amigos.

Hoje os heróis ainda são amigos, apesar das diferenças “criativas” – para não dizer opiniões opostas em praticamente tudo – e ambos compartilham de um grande respeito e confiança. Na verdade, provavelmente não existe qualquer outra pessoa no universo que um dos dois confiaria mais para defender a retaguarda do que eles mesmos.

1 – Magneto e Professor Xavier

Bromances – Magneto e Xavier

Quando eles foram criados na década de 60, não havia qualquer indício de amizade entre o Professor Xavier e Magneto, e ambos eram conhecidos apenas como líderes de grupos mutantes com ideais opostos.

Com o avançar dos anos, criou-se uma história de passado envolvendo os dois personagens, que se tornaram grandes amigos depois de se conhecerem em Israel em uma clínica para sobreviventes do Holocausto. A dupla admirava-se intelectualmente e discutia longamente a respeito de como a humanidade lidaria com seres superpoderosos. Com o tempo, eles revelaram seus poderes mas infelizmente também descobriram que suas crenças eram exatamente opostas, encerrando ali a bela amizade.

Apesar de tudo Charles e Erik nutrem um grande respeito mútuo, e ambos sentem falta de um na vida do outro – a versão dos personagens do cinema (os filmes com a geração nova) consegue passar perfeitamente essa relação, que é com certeza o bromance mais importante e poderoso de toda a geração de super heróis.

By |2020-11-23T14:45:10+00:00fevereiro 24th, 2021|Livros Nerd, Resenha|0 Comments

Crossover de Flash, Supergirl e Arrow estilo Friends

Recentemente pudemos ver o crossover de séries da CW e da CBS, ou melhor, The Flash e Supergirl. Antes só tínhamos visto o crossover do velocista escarlate e o arqueiro verde (o homem que está vivo e depois de cinco anos em uma ilha, voltou com um objetivo… o resto você já sabe).

Agora imagine o crossover entre essas três séries, porém, como se fosse um seriado dos anos 90?!
Sim, fizeram uma abertura dessas séries inspiradas em Friends.

O que é Crossover
Um crossover é a colocação de dois ou mais personagens, cenários ou universos de ficção distintos no contexto de uma única história. Eles podem surgir de acordos legais entre os detentores de direitos autorais relevantes, esforços não autorizados de fãs ou propriedade corporativa em comum.

By |2020-11-23T14:37:45+00:00janeiro 23rd, 2021|Serie e TV|0 Comments

Séries – A Young Doctor’s Notebook

Por Rafaela Donadone

Olá queridos!

Cá estou eu, bimestral mente postando rs!

Mas hoje não vim convencê-los a assistir uma série… Vim falar pra pensar MUITO quando quiser assistir a A Young Doctor’s Notebook.

Quando me perguntaram qual a próxima review que eu faria, disse logo:

– “How I Met Your Mother”

– Você só faz review das séries que gosta? Tem que falar também das que foram ruim!

Depois de pensar nessa *reflexão* concordei, e cá estou eu para falar de uma experiência não muito feliz com essa série.

Vamos ao trailer (acho válido os leitores assistirem antes de ler o que eu tenho a dizer sobre AYDN. rs.)

Quando comecei a ver A Young Doctor’s Notebook, estava muitíssimo empolgada! Era uma minissérie dividida em 04 episódios, adaptada da coleção de contos do autor russo Mikgail Bulgakov. No papel do jovem médico Vladimir Bomgard, tínhamos Daniel Radcliffe (Harry Potter forever <3) e Jon Hamm (Mad Man) que interpretava o médico mais velho.

A série se passa em Moscou no ano de 1934, e acompanhamos a chegada e o primeiro dia de prática do médico Vladimir, um jovem recém-formado que é mandado para um hospital na cidade de Muryovo, um hospital que vive as sombras d seu fundador, Leopold Leopoldvic.

Antes de mais nada, PRECISO saber qual foi essa “Oficina de Atores da Globo” que Daniel Radcliffe se matriculou… Meu povo, esse menino, que até eu, fã de Harry Potter, cega de amor achava ruim, sofreu uma transformação. Foi uma bela surpresa o desempenho de Daniel, que eu achava que nem de longe podia ter alguma semelhança com Jon Hamm e no decorrer do seriado me vi falando “até que eles se parecem…”. Sua atuação foi leve, engraçada e super elogiada pelos críticos. Go Harry! A atuação de Jon, sem surpresa nenhuma, foi maravilhosa. Não preciso dizer mais.

Quando comecei a assistir, achava que a série tratava apenas das peripécias de um jovem médico nessa nova vida cuidando de um hospital sozinho e no meio do nada. Mas vamos além disso. O médico interpretado por Jon ao ler seu diário “volta” no tempo e se vê onde tudo começou. A versão mais velha do médico encontra-se com sua versão mais jovem, e tenta ajuda-lo a sobreviver as condições horríveis que o Hospital oferecia, oferecendo ao jovem e inexperiente algumas lições de vida.

Mas é apenas no segundo episódio que vemos que Jon não está bem. É em meio aos delírios da abstinência que ele, ao reler seu diário tenta impedir seu antigo-eu a começar a usar drogas.

Durante a série temos alguns pacientes legais, que geram umas histórias interessantes, e uma ou outra bem triste mesmo, mas nenhuma capaz de prender nossa atenção e torcer pelos personagens. Até eu já estava ficando claustrofóbica de tanto que via aquele hospital lá pelo 3º episódio, pois a série só se passa ali dentro.

Não sei se era um pouco confuso, ou foi pouco tempo para desenvolvimento de uma história longa, ou se foi por que eu via Daniel pegando Pelegeya… O fato foi que A Young Doctor’s Notebook não atingiu minhas expectativas nem de longe…

Fica a critério de vocês, queridos leitores, decidirem se vale a pena ou não! Na pior das hipóteses, você só perde 1:20h de toda sua vida, pois são apenas 04 episódios de 20 minutos cada… pra não falarem que a minha crítica foi de todo ruim, taí uma cena maravilhosa da série (que quem é quase dentista como eu, adorou! hehe.)

By |2020-05-26T16:28:43+00:00dezembro 26th, 2020|Serie e TV|0 Comments

Séries – The Big Bang Theory

Confesso que taí um seriado que eu não assistia de birra! Talvez por que tenha entrado no lugar de Friends (Friends Forever aqui, people! rs. Aguardem em breve a resenha de Friends <333). Ou talvez eu não gostasse por que tinha 14 anos e não sabia nem o que era uma tabela periódica… E ai fica dificil entender The Big Bang Theory, né? Já ouvi gente dizer que deixa de assistir TBBT por achar que é uma série de física o.o’ Pessoas, OI??? Uma série de física? Sério? É uma série de Nerds, não tem como negar.
Mas Nerd tá na moda u.u Então por que não tentar? E já vou avisando que semana passada cheguei de mansinho pra não assustar, mas a tendência é essa barrinha de rolagem ai do lado >>
só diminuir… por que irei escrever até meus dedinhos ficarem achatados. *-*

Resenha de hoje: The Big Bang Theory!
 A série se passa na Califórnia, e não possui muitos arcos distintos, vistos em outras séries. Aquela pegada do bom e velho sitcom. A locação principal é um prédio, onde os nerds Leonard e Sheldon (que moram juntos, Deus sabe o por quê) são vizinhos de Penny, a loira gostosa, sonho de todo homem! Ainda contamos com Howard e Raj, amigos e colegas de trabalho de Leonard e Sheldon

No decorrer da série, temos a ótima adição de dois novos personagens fixos que, na minha visão, deram um novo gás a série: Bernadette e Amy.

Vou resumir dizendo que Leonard não tem nada demais! É como um “Ted” pra quem assiste How I Met Your Mother. Ele é a famosa “cola” que une os demais personagens, mas não vejo o por quê. Ele é uma pessoa legal, inteligente zzzzzzzzzzzzzzz ronc. Ele fica num lenga-lenga com Penny, sua vizinha. Ai sua participação se torna divertida. Ver como seria esse casal quase impossível e a reação dele ao ter uma mulher bonita do seu lado é um dos pontos altos da série. Penny, que veio do interior e foi pra California pra se tornar uma atriz, e até hoje, na sexta temporada, ainda é uma garçonete, era a única personagem fixa mulher na série, e a atuação de Kaley Cuoco.

Já em Raj e Howard temos uma amizade linda/relação homo.. er.. heterossexual que diverte a todos. Raj é indiano, e não consegue falar com as mulheres, a menos que esteja sob o efeito de alcool. Já Howard fala até demais com as mulheres, atirando pra todos os lados até conhecer Bernadette! Ah, Bernadette! No começo eu odiava essa mulher! Aquela voz irritante me doía o coração. Mas a primeira vez que ela deu um grito estilo a mãe de Howard me conquistou! Também é bióloga, tem doutorado e se fixa na série como namorada de Howard.

Chegamos então a Sheldon? <3 Finalmente! Meu namorado que me perdoe, mas eu amo esse homem. Homem ou ser assexuado?
Sheldon, supostamente, é caracterizado como tendo Síndrome de Asperger ou Transtorno obsessivo-compulsivo. Ele é cheio de manias, sem dúvidas, o melhor personagem da série e de longe o mais engraçado. Você vai ter muita raiva de Sheldon, mas ainda assim você vai amá-lo. BAZINGA. E pra melhorar esse personagem, só ele encontrando sua alma- gêmea… E Amy chegou!

Amy, pra quem assim como eu, assistia todo dia e pensava “meu deus, de onde eu conheço essa mulher??????????????????/ isso me deixava alok” ela é a antiguissima Blossom! Aquele seriado que passava no SBT, quando a barba de Papai Noel ainda era preta.
Mas voltando a personagem rs Amy é uma das minhas personagens favoritas! Ela entra na série quando é encontrada num site de namoros, e é a versão feminina de Sheldon. Seus momentos de “nunca tive uma bff” com Penny são muito bons e sempre rendem piadas (aquele momento que que o roteirista de TBBT tem que encontrar a hora de parar!)

Enfim! A série já está na sua sexta temporada, se recuperando muito bem de uma última temporada não tão regular. Mas admito, assisti as quatro primeiras num ritmo frenético! Todas são bem consistentes,regulares e muuutíssimo divertidas. Eu considero TBBT como aquele momento de 20 minutos entre a espera de alguém pra sair, ou enquanto a comida esquenta… aquela distração semanal que recomendo demais!

Pra quem ficou com vontade de ver um pouquinho mais (ou pra quem tá de férias mesmo sem nada pra fazer) vai um vídeo com uma pequena cena de TBBT!

Indico pra quem curte:
– How I Met Your Mother
– Friends
– Partners

By |2020-05-26T16:22:56+00:00novembro 26th, 2020|Serie e TV|0 Comments

Séries – The Vampire Diaries

Primeiramente gostaria de me desculpar pela falta de posts, a razão é apenas uma: tenho vida social! rsssssss Brinks galera, muitas coisas a fazer, viagens etc e não deu pra agradar a todos os meus fans (fans kd) com a review semanal. Mas agora to de volta pra levar pedrejadas. Chegou a hora de falar de: The Vampire Diaries.

Sei mais do que ninguém, sei como é difícil elogiar The Vampire Diaries, porque sempre virá aquela pessoa dizer que é uma série teen, que é uma versão de Crepusculo, etc e tal. Mas posso afimar com segurança, eu, uma pessoa que acompanha séries religiosamente há, no mínimo, uns 7 anos, da TV aberta ou fechada dos EUA, britânicas, canadenses, brasileiras e até mesmo australianas, cults, teens, médicas, jurídicas, de suspense, de mulherzinhas, de macho, de zumbis, de vampiros, comédias, dramas e o quer mais que tenha na TV – reafirmo que a produção de The Vampire Diaries é uma das mais maduras e competentes da TV Americana, rivalizando, possivelmente, apenas com a de The Good Wife.

Não tem essa de “mulherzinha” não. Afinal a série tem bruxa, vampiros, híbridos, lobisobens só faltando Sabrina, a feiticeira pra completar o elenco místico da televisão. E nem assim, nem com toda essa ficção eu paro e falo “nossa, que merda que TVD inventou agora”. TVD consegue preender o telespectador com mil plots acontecendo ao mesmo tempo.Se você perdeu um episódio, tenha certeza que perdeu: umas 5 pessoas morreram, 1 ressucitou, 3 casais terminaram, mais uns 2 casais se formaram, 4 pessoas viraram vampiras e por ai vai.

A série é baseada na coleção de livros “Diários de Vampiro” e começa com Stefan Salvatore, um vampiro de 162 aninhos de idade que decide retornar a sua cidade natal, Mystic Falls, onde nasceu, cresceu, e teve o coração partido por Katherine. Kath, essa vampbicth chegou na cidade quando Stefan tinha 17 anos, e além de conquistá-lo e tranformá-lo em vampiro, fez o mesmo com seu irmão, Damon. Mas não sendo suficiente, ela abandonou os dois, se passou de morta, sumiu no mundo e deixou os dois irmãos, antes amigos, agora rivais. Um século depois, quando volta a cidade, Stefan se depara com Elena Gilbert, uma jovem de 17 anos, que ainda está se recuperando da morte dos pais, que mora com a tia e o irmão e é tudo aquilo que uma mocinha da CW tem que ser: linda, inteligente, popular e líder de torcida (esse último eu ainda não compreendo, por que tá pra nascer alguém menos animado que Elena). Não é a toa que Stefan chega e já começa a paquera na escola com Elena, a mocinha é a cara de Katherine. Mas como desgraça pouca é bobagem, logo no primeiro episódio Damon chega, e desde então começa nosso triangulo amoroso infinito Stefan-Elena-Damon. Game on!! Muitos fãns se dividem entre o casal Stefan-Elena ou Damon-Elena (me recuso a usar termos como Delena UGH vomitei) e perdem anos de suas vidas discutindo com quem ela deve ficar, quando na minha opinião, o melhor de TVD está em seus outros personagens.

Mas não se lamentem aqueles que queriam assistir e acham que a história se baseia nesse mimimi dos três. Longe disso! TVD, pra mim, é o que é devido a seus milhares de personagens maravilhosos. Não sei quanta gente já aparecer e morreu nesse seriado, perdi as contas ainda na primeira temporada. Outra coisa a se avisar sobre TVD: Não se apegue aos personagens! Por que seus criadores Kevin Williamson e Julie Plec não tem a mínima pena de matar ninguém. Essa é a segunda série em número de óbitos, perdendo apenas para Greys Anatomy, rs.

Não há possibilidade nenhuma de descrever completamente o elenco de The Vampire Diaries, mas falamos por alto da válida presença de personagens como Caroline, amiga de Elena, meio má e invejosa no começo da série, mas que hoje é uma das minhas personagens favoritas; Klaus, líder da família Original de vampiros, que já deve ter morrido pelo menos umas 32 vezes ao longo dessas quatro temporadas e sempre volta pra minha alegria; Bonnie, melhor amiga bruxa de Elena, que só me traz desgosto com aquela boca torta, mas acaba sendo útil por ser a última bruxa bennet viva nesse mundão de meu deus; Tyler, o lobisobem/híbrido/filho do prefeito, que assim como Jacob, mostra mais músculos que o necessário e a lista é longa! Mesmo com tantas histórias ocorrendo ao mesmo tempo, o roteiro consegue misturar de forma correta momentos de ação, de suspense e de drama e vale ressaltar também a ótima trilha sonora da série! Sim, a série é teen, mas da mesma forma que coloca cheerleaders, bebidas e festas no roteiro, também nos envolve com dramas fortes de valores, perdas e consequências dos nossos atos. O ator mais famoso de TVD, Ian Somerhalder se detaca em perfeição no papel de Damon. O mesmo não posso afirmar do meu querido (sim, sou team Stefan) Paul Wesley, o Stefan, que é tão bom ator quanto Chad Michael Murray (One Tree Hill feelings). Já Nina Dobrev consegue fazer uma Elena passável, merece os créditos uma vez que a personagem chata e moralista não ajuda na confecção de um personagem carismático. Também não vou dar muito valor, uma vez que só consigo compará-la com Kristen Stewart e ai qualquer comparação é injusta, só de falar nela já me embrulha o estomago. RESUMINDO TVD: Junta Stefan + pouca inteligência – Bonnie + Damon x Verbena x Raiva acumulada² + Corvo + Família Original (Klaus)² – Elena  = Um episódio excelente! P.S. Aproveito este momento para declarar que torço pra Damon encontrar alguém com um pouco mais de alegria nos olhos que Elena. Até Katherine seria uma opção melhor do que Elena e seus 75 anos de idade mental. Indico pra quem curte: – True Blood

– Twilight (?????)

E vai ai um videozinho pra animar todos os leitores a dar uma chance a mais uma série!

By |2020-05-26T16:12:22+00:00outubro 26th, 2020|Serie e TV|0 Comments

Django Livre (2012)

Em entrevista Jamie Foxx comenta sobre o western sulista de Tarantino: “Ele vai fazer as pessoas olharem diferente para essa época” e acrescenta “A única coisa que Django realmente quer é amar sua mulher – e é isso que torna nossa história diferente. Tratamos de política, mas ele não está tentando resolver o problema da escravatura. Tudo o que ele quer é cavalgar em direção ao pôr-do-sol com sua amada”.

As palavras de Jamie Foxx foram um pouco fortes, mas em suma são verdadeiras. Como em Bastardos Inglórios, Tarantino não usou o holocausto como o plot principal do filme. Não é um filme sobre questões sociais. Em Django a escravidão está lá pra conceituar a época em que se passa o filme e para dar uma carga dramática para o personagem principal e acima de tudo gerar a maior motivação do personagem: a vingança. Em Bastardos Inglórios foi a vingança dos judeus, em Django Unchained é a vingança dos escravos.

Na trama que se passa dois anos antes da Guerra Civil, Django (Jamie Foxx) é procurado pelo caçador de recompensas alemão, Dr. King Schultz (Chirstoph Waltz) que acaba fazendo de Django seu parceiro. Depois de caçar vários criminosos pelo sul do país, os dois vão em busca da mulher de Django, Broomhilda (Kerry Washington).  A busca os leva até o escravista com práticas abomináveis Calvin Candle (Leonardo DiCaprio) proprietário da fazenda “Candyland”.

Tarantino abusa dos elementos do western spaghetti que ele tanto usou em seus filmes anteriores. Está tudo lá. Os close-ups característicos, os grandes planos. Porém o que está presente é “A Fórmula Tarantino”. Além dos diálogos improváveis e inusitados (certa cena lembra muito Monty Python) o pior das situações sempre acontece. Todos os roteiros escritos por Tarantino têm esse elemento em específico. Em uma sequência que seria algo vago em roteiro, acontece a pior das hipóteses. O que você imaginar de pior que pode acontecer, vai acontecer.

Tudo isso é algo de se esperar de um filme feito por ele, mas Django Unchained se destaca na relação que é criada entre o Dr. Shultz e Django. Quase como algo paternal, o caçador de recompensas alemão que tinha tudo para ser o pior dos homens, cuida e ensina Django, além de comprar sua liberdade. O desenvolvimento da trama parte desse companheirismo e segue com a evolução do personagem principal em seu próprio ambiente natural. A maior motivação de Django é o amor por sua mulher, algo simples que é muito bem encaminhado. Porém a vingança é o prato principal.

O velho escravo Stephen, interpretado por Samuel L. Jackson é o exemplo da nuance que existe na serventia dos escravos. Se Django é o escravo rebelde que luta pela liberdade junto com sua mulher, Stephen é justamente o oposto. O antagonista óbvio. A serventia dos escravos é tratada quase como o efeito que os membros do partido da Oceania sofriam no romance “1984” escrito por George Orwell. Reprimidos e torturados em certo ponto eles veneram e amam seu senhor, ao ponto de tramar junto com ele para prejudicar outros escravos (exemplo de Stephen). O personagem de Leonard DiCaprio, Calvin Candle é um vilão repugnante, mas seu papel não é tão importante quanto o de Stephen.

A trilha sonora do filme é a famosa concha de retalhos pop que Tarantino sempre faz. Dos temas clássicos de Ennio Morricone para os westerns spaghetti, passando por Jim Croce e chegando em Tupac e John Legend. A música tema de Django (1966) está presente no filme (assim como uma participação especial de Franco Nero).

Django Unchained é mais uma obra impecável de Tarantino que em entrevista levantou a possibilidade de essa ser a segunda parte de uma trilogia histórica (a primeira parte foi Bastardos Inglórios) assim como a trilogia dos dólares de Sergio Leone. Ele disse que ainda não planejou a terceira parte, mas pretende criar uma ponte com os filmes.

By |2020-05-26T15:59:52+00:00setembro 26th, 2020|Filmes|0 Comments

Chico Bento Moço 1 – Resenha

Saudações tripulantes que falam Caipirês!

Acabei de comprar Chico Bento Moço.  Parte curiosidade parte vontade de ler algo durante uma longa espera.  Não me arrependi. O caipirinha sempre foi um dos meus personagens preferidos. Creio que todos que tiveram infâncias semelhantes gostam de suas aventuras, e ele que já tinha um título próprio na versão infantil, cresceu para ser lido por outro público. Talvez não o mesmo que lê Turma da Mônica Jovem.  Mas isso é ruim?  Não. Não mesmo.

Chico Bento Moço 1

Como é natural pra quem mora no interior, quando você quer evoluir precisa sair de sua cidade para poder crescer e aprender mais, afinal, o ensino nas regiões é limitado e eles precisam ir para as cidades grandes caso queiram aprender mais. E é sobre essa transição que o primeiro número fala. Como diria o Zé Lelé, ela foca no voo dos passarinhos que cresceram e vão temporariamente abandonar seus ninhos para voltar em seguida como importantes membros da sociedade.

Chico será agrônomo, sua eterna namorada Rosinha, Veterinária, Zé da Roça vai virar professor como a emblemática “Dona Marocas” que se tornou diretora do colégio e apoiadora dos garotos e o Zé Lelé, que segundo ele, tem asas mas não quer voar longe, será fazendeiro porque acredita que alguém tem de cuidar da terra. Calma, a gente também vai esperar o Hiro.

Como todo bom oriental, ele vai fazer Matemática. Curiosamente, um lugar comum entre nisseis de cidades do interior. Os mesmos que acabam dekassegando para retomar contato com a nação de origem de seus pais. Além destes personagens, são citados: Primo Zeca, que vai pra mesma faculdade que Chico e convida o primo para dividir uma casa comunal com ele e outro amigo e Genésio, o menino mais rico da cidade, que na edição é lembrado pelo ex-caipirinha de que apesar de todas as suas empáfias, ele também é de Vila Abobrinha e deveria valorizar suas origens. No fundo, essa cena é o ponto central da história.

Os personagens vão evoluir, mas sem esquecer sua origem. E isso é grifado por dois personagens que aparecem antes da partida do personagem para Nova Esperança, onde viverá suas novas aventuras e terá de se adaptar às agruras da vida na cidade grande.

Se Turma da Mônica Jovem lembra Malhação, Chico Bento Moço lembra um pouco a Turma do Júlio de Cocoricó e não tem vergonha de brincar com isso. Em muitos momentos eles humanizam os animais tanto para o humor quanto para amenizar as emoções do momento. Vemos isso quando Torressmo e Giselda se despedem de Chico com lencinho branco ao lado da mãe ou quando a Mimosa só dão leite quando ele fala caipirês e até um cachorro que se despede com a pata.

Após esse tour pela alameda da memória e a reintrodução das novas versões de personagens velhos conhecidos é dito que eles se reencontrarão em um ano, ou seja, antes de termos novas histórias passadas em Vila Abobrinha, veremos as transições de Chico e seu primo Zeca em Nova Esperança, Rosinha em Campos Verdes e Hiro e Zé da Roça em Presidente Fonseca.

Como já disse antes, um bom primeiro número não diz muito sobre o resto da série, mas este não só foi primoroso como vale a pena dar uma olhada no próximo número e ver o andamento da história. Como fã old School, o fator mangá não atrapalha nem ajuda, mas sei que vai atrair novos leitores. Resta saber se vão conseguir manter o nível da primeira ou se vão ter de adaptar a história para agradar os leitores. Aliás, pela capa do primeiro dá pra ver dois personagens que ainda não foram introduzidos, mas que podem criar alguns laços com outros tipos de leitores e gerar tipos de histórias diferentes.

Vale o investimento, e estou curioso pra ver o que vem por aí.

Ah, sim! A faixa bônus desta primeira edição é o Jogo “O Sumiço da Rosinha”, jogo de realidade aumentada onde cada página da revista abre uma nova fase do aplicativo.  Para jogar basta baixar o app na Apple Store ou no Google play , instalar no seu celular ou tablete, e  usar a câmera para liberar as fases. A experiencia com a realidade aumentada é interessante, pois acima da revista surge a caverna em que a Rosinha se perdeu e que Chico precisará entrar pra encontrá-la. Ele foi lançado na Bienal do Livro do Rio de Janeiro junto com a edição zero da revista.

No site da editora você tem mais informações. Divirta-se.

By |2020-05-26T15:43:27+00:00agosto 29th, 2020|Uncategorized|0 Comments