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Séries – The Big Bang Theory

Confesso que taí um seriado que eu não assistia de birra! Talvez por que tenha entrado no lugar de Friends (Friends Forever aqui, people! rs. Aguardem em breve a resenha de Friends <333). Ou talvez eu não gostasse por que tinha 14 anos e não sabia nem o que era uma tabela periódica… E ai fica dificil entender The Big Bang Theory, né? Já ouvi gente dizer que deixa de assistir TBBT por achar que é uma série de física o.o’ Pessoas, OI??? Uma série de física? Sério? É uma série de Nerds, não tem como negar.
Mas Nerd tá na moda u.u Então por que não tentar? E já vou avisando que semana passada cheguei de mansinho pra não assustar, mas a tendência é essa barrinha de rolagem ai do lado >>
só diminuir… por que irei escrever até meus dedinhos ficarem achatados. *-*

Resenha de hoje: The Big Bang Theory!
 A série se passa na Califórnia, e não possui muitos arcos distintos, vistos em outras séries. Aquela pegada do bom e velho sitcom. A locação principal é um prédio, onde os nerds Leonard e Sheldon (que moram juntos, Deus sabe o por quê) são vizinhos de Penny, a loira gostosa, sonho de todo homem! Ainda contamos com Howard e Raj, amigos e colegas de trabalho de Leonard e Sheldon

No decorrer da série, temos a ótima adição de dois novos personagens fixos que, na minha visão, deram um novo gás a série: Bernadette e Amy.

Vou resumir dizendo que Leonard não tem nada demais! É como um “Ted” pra quem assiste How I Met Your Mother. Ele é a famosa “cola” que une os demais personagens, mas não vejo o por quê. Ele é uma pessoa legal, inteligente zzzzzzzzzzzzzzz ronc. Ele fica num lenga-lenga com Penny, sua vizinha. Ai sua participação se torna divertida. Ver como seria esse casal quase impossível e a reação dele ao ter uma mulher bonita do seu lado é um dos pontos altos da série. Penny, que veio do interior e foi pra California pra se tornar uma atriz, e até hoje, na sexta temporada, ainda é uma garçonete, era a única personagem fixa mulher na série, e a atuação de Kaley Cuoco.

Já em Raj e Howard temos uma amizade linda/relação homo.. er.. heterossexual que diverte a todos. Raj é indiano, e não consegue falar com as mulheres, a menos que esteja sob o efeito de alcool. Já Howard fala até demais com as mulheres, atirando pra todos os lados até conhecer Bernadette! Ah, Bernadette! No começo eu odiava essa mulher! Aquela voz irritante me doía o coração. Mas a primeira vez que ela deu um grito estilo a mãe de Howard me conquistou! Também é bióloga, tem doutorado e se fixa na série como namorada de Howard.

Chegamos então a Sheldon? <3 Finalmente! Meu namorado que me perdoe, mas eu amo esse homem. Homem ou ser assexuado?
Sheldon, supostamente, é caracterizado como tendo Síndrome de Asperger ou Transtorno obsessivo-compulsivo. Ele é cheio de manias, sem dúvidas, o melhor personagem da série e de longe o mais engraçado. Você vai ter muita raiva de Sheldon, mas ainda assim você vai amá-lo. BAZINGA. E pra melhorar esse personagem, só ele encontrando sua alma- gêmea… E Amy chegou!

Amy, pra quem assim como eu, assistia todo dia e pensava “meu deus, de onde eu conheço essa mulher??????????????????/ isso me deixava alok” ela é a antiguissima Blossom! Aquele seriado que passava no SBT, quando a barba de Papai Noel ainda era preta.
Mas voltando a personagem rs Amy é uma das minhas personagens favoritas! Ela entra na série quando é encontrada num site de namoros, e é a versão feminina de Sheldon. Seus momentos de “nunca tive uma bff” com Penny são muito bons e sempre rendem piadas (aquele momento que que o roteirista de TBBT tem que encontrar a hora de parar!)

Enfim! A série já está na sua sexta temporada, se recuperando muito bem de uma última temporada não tão regular. Mas admito, assisti as quatro primeiras num ritmo frenético! Todas são bem consistentes,regulares e muuutíssimo divertidas. Eu considero TBBT como aquele momento de 20 minutos entre a espera de alguém pra sair, ou enquanto a comida esquenta… aquela distração semanal que recomendo demais!

Pra quem ficou com vontade de ver um pouquinho mais (ou pra quem tá de férias mesmo sem nada pra fazer) vai um vídeo com uma pequena cena de TBBT!

Indico pra quem curte:
– How I Met Your Mother
– Friends
– Partners

By |2020-05-26T16:22:56+00:00novembro 26th, 2020|Serie e TV|0 Comments

Séries – The Vampire Diaries

Primeiramente gostaria de me desculpar pela falta de posts, a razão é apenas uma: tenho vida social! rsssssss Brinks galera, muitas coisas a fazer, viagens etc e não deu pra agradar a todos os meus fans (fans kd) com a review semanal. Mas agora to de volta pra levar pedrejadas. Chegou a hora de falar de: The Vampire Diaries.

Sei mais do que ninguém, sei como é difícil elogiar The Vampire Diaries, porque sempre virá aquela pessoa dizer que é uma série teen, que é uma versão de Crepusculo, etc e tal. Mas posso afimar com segurança, eu, uma pessoa que acompanha séries religiosamente há, no mínimo, uns 7 anos, da TV aberta ou fechada dos EUA, britânicas, canadenses, brasileiras e até mesmo australianas, cults, teens, médicas, jurídicas, de suspense, de mulherzinhas, de macho, de zumbis, de vampiros, comédias, dramas e o quer mais que tenha na TV – reafirmo que a produção de The Vampire Diaries é uma das mais maduras e competentes da TV Americana, rivalizando, possivelmente, apenas com a de The Good Wife.

Não tem essa de “mulherzinha” não. Afinal a série tem bruxa, vampiros, híbridos, lobisobens só faltando Sabrina, a feiticeira pra completar o elenco místico da televisão. E nem assim, nem com toda essa ficção eu paro e falo “nossa, que merda que TVD inventou agora”. TVD consegue preender o telespectador com mil plots acontecendo ao mesmo tempo.Se você perdeu um episódio, tenha certeza que perdeu: umas 5 pessoas morreram, 1 ressucitou, 3 casais terminaram, mais uns 2 casais se formaram, 4 pessoas viraram vampiras e por ai vai.

A série é baseada na coleção de livros “Diários de Vampiro” e começa com Stefan Salvatore, um vampiro de 162 aninhos de idade que decide retornar a sua cidade natal, Mystic Falls, onde nasceu, cresceu, e teve o coração partido por Katherine. Kath, essa vampbicth chegou na cidade quando Stefan tinha 17 anos, e além de conquistá-lo e tranformá-lo em vampiro, fez o mesmo com seu irmão, Damon. Mas não sendo suficiente, ela abandonou os dois, se passou de morta, sumiu no mundo e deixou os dois irmãos, antes amigos, agora rivais. Um século depois, quando volta a cidade, Stefan se depara com Elena Gilbert, uma jovem de 17 anos, que ainda está se recuperando da morte dos pais, que mora com a tia e o irmão e é tudo aquilo que uma mocinha da CW tem que ser: linda, inteligente, popular e líder de torcida (esse último eu ainda não compreendo, por que tá pra nascer alguém menos animado que Elena). Não é a toa que Stefan chega e já começa a paquera na escola com Elena, a mocinha é a cara de Katherine. Mas como desgraça pouca é bobagem, logo no primeiro episódio Damon chega, e desde então começa nosso triangulo amoroso infinito Stefan-Elena-Damon. Game on!! Muitos fãns se dividem entre o casal Stefan-Elena ou Damon-Elena (me recuso a usar termos como Delena UGH vomitei) e perdem anos de suas vidas discutindo com quem ela deve ficar, quando na minha opinião, o melhor de TVD está em seus outros personagens.

Mas não se lamentem aqueles que queriam assistir e acham que a história se baseia nesse mimimi dos três. Longe disso! TVD, pra mim, é o que é devido a seus milhares de personagens maravilhosos. Não sei quanta gente já aparecer e morreu nesse seriado, perdi as contas ainda na primeira temporada. Outra coisa a se avisar sobre TVD: Não se apegue aos personagens! Por que seus criadores Kevin Williamson e Julie Plec não tem a mínima pena de matar ninguém. Essa é a segunda série em número de óbitos, perdendo apenas para Greys Anatomy, rs.

Não há possibilidade nenhuma de descrever completamente o elenco de The Vampire Diaries, mas falamos por alto da válida presença de personagens como Caroline, amiga de Elena, meio má e invejosa no começo da série, mas que hoje é uma das minhas personagens favoritas; Klaus, líder da família Original de vampiros, que já deve ter morrido pelo menos umas 32 vezes ao longo dessas quatro temporadas e sempre volta pra minha alegria; Bonnie, melhor amiga bruxa de Elena, que só me traz desgosto com aquela boca torta, mas acaba sendo útil por ser a última bruxa bennet viva nesse mundão de meu deus; Tyler, o lobisobem/híbrido/filho do prefeito, que assim como Jacob, mostra mais músculos que o necessário e a lista é longa! Mesmo com tantas histórias ocorrendo ao mesmo tempo, o roteiro consegue misturar de forma correta momentos de ação, de suspense e de drama e vale ressaltar também a ótima trilha sonora da série! Sim, a série é teen, mas da mesma forma que coloca cheerleaders, bebidas e festas no roteiro, também nos envolve com dramas fortes de valores, perdas e consequências dos nossos atos. O ator mais famoso de TVD, Ian Somerhalder se detaca em perfeição no papel de Damon. O mesmo não posso afirmar do meu querido (sim, sou team Stefan) Paul Wesley, o Stefan, que é tão bom ator quanto Chad Michael Murray (One Tree Hill feelings). Já Nina Dobrev consegue fazer uma Elena passável, merece os créditos uma vez que a personagem chata e moralista não ajuda na confecção de um personagem carismático. Também não vou dar muito valor, uma vez que só consigo compará-la com Kristen Stewart e ai qualquer comparação é injusta, só de falar nela já me embrulha o estomago. RESUMINDO TVD: Junta Stefan + pouca inteligência – Bonnie + Damon x Verbena x Raiva acumulada² + Corvo + Família Original (Klaus)² – Elena  = Um episódio excelente! P.S. Aproveito este momento para declarar que torço pra Damon encontrar alguém com um pouco mais de alegria nos olhos que Elena. Até Katherine seria uma opção melhor do que Elena e seus 75 anos de idade mental. Indico pra quem curte: – True Blood

– Twilight (?????)

E vai ai um videozinho pra animar todos os leitores a dar uma chance a mais uma série!

By |2020-05-26T16:12:22+00:00outubro 26th, 2020|Serie e TV|0 Comments

Django Livre (2012)

Em entrevista Jamie Foxx comenta sobre o western sulista de Tarantino: “Ele vai fazer as pessoas olharem diferente para essa época” e acrescenta “A única coisa que Django realmente quer é amar sua mulher – e é isso que torna nossa história diferente. Tratamos de política, mas ele não está tentando resolver o problema da escravatura. Tudo o que ele quer é cavalgar em direção ao pôr-do-sol com sua amada”.

As palavras de Jamie Foxx foram um pouco fortes, mas em suma são verdadeiras. Como em Bastardos Inglórios, Tarantino não usou o holocausto como o plot principal do filme. Não é um filme sobre questões sociais. Em Django a escravidão está lá pra conceituar a época em que se passa o filme e para dar uma carga dramática para o personagem principal e acima de tudo gerar a maior motivação do personagem: a vingança. Em Bastardos Inglórios foi a vingança dos judeus, em Django Unchained é a vingança dos escravos.

Na trama que se passa dois anos antes da Guerra Civil, Django (Jamie Foxx) é procurado pelo caçador de recompensas alemão, Dr. King Schultz (Chirstoph Waltz) que acaba fazendo de Django seu parceiro. Depois de caçar vários criminosos pelo sul do país, os dois vão em busca da mulher de Django, Broomhilda (Kerry Washington).  A busca os leva até o escravista com práticas abomináveis Calvin Candle (Leonardo DiCaprio) proprietário da fazenda “Candyland”.

Tarantino abusa dos elementos do western spaghetti que ele tanto usou em seus filmes anteriores. Está tudo lá. Os close-ups característicos, os grandes planos. Porém o que está presente é “A Fórmula Tarantino”. Além dos diálogos improváveis e inusitados (certa cena lembra muito Monty Python) o pior das situações sempre acontece. Todos os roteiros escritos por Tarantino têm esse elemento em específico. Em uma sequência que seria algo vago em roteiro, acontece a pior das hipóteses. O que você imaginar de pior que pode acontecer, vai acontecer.

Tudo isso é algo de se esperar de um filme feito por ele, mas Django Unchained se destaca na relação que é criada entre o Dr. Shultz e Django. Quase como algo paternal, o caçador de recompensas alemão que tinha tudo para ser o pior dos homens, cuida e ensina Django, além de comprar sua liberdade. O desenvolvimento da trama parte desse companheirismo e segue com a evolução do personagem principal em seu próprio ambiente natural. A maior motivação de Django é o amor por sua mulher, algo simples que é muito bem encaminhado. Porém a vingança é o prato principal.

O velho escravo Stephen, interpretado por Samuel L. Jackson é o exemplo da nuance que existe na serventia dos escravos. Se Django é o escravo rebelde que luta pela liberdade junto com sua mulher, Stephen é justamente o oposto. O antagonista óbvio. A serventia dos escravos é tratada quase como o efeito que os membros do partido da Oceania sofriam no romance “1984” escrito por George Orwell. Reprimidos e torturados em certo ponto eles veneram e amam seu senhor, ao ponto de tramar junto com ele para prejudicar outros escravos (exemplo de Stephen). O personagem de Leonard DiCaprio, Calvin Candle é um vilão repugnante, mas seu papel não é tão importante quanto o de Stephen.

A trilha sonora do filme é a famosa concha de retalhos pop que Tarantino sempre faz. Dos temas clássicos de Ennio Morricone para os westerns spaghetti, passando por Jim Croce e chegando em Tupac e John Legend. A música tema de Django (1966) está presente no filme (assim como uma participação especial de Franco Nero).

Django Unchained é mais uma obra impecável de Tarantino que em entrevista levantou a possibilidade de essa ser a segunda parte de uma trilogia histórica (a primeira parte foi Bastardos Inglórios) assim como a trilogia dos dólares de Sergio Leone. Ele disse que ainda não planejou a terceira parte, mas pretende criar uma ponte com os filmes.

By |2020-05-26T15:59:52+00:00setembro 26th, 2020|Filmes|0 Comments

Chico Bento Moço 1 – Resenha

Saudações tripulantes que falam Caipirês!

Acabei de comprar Chico Bento Moço.  Parte curiosidade parte vontade de ler algo durante uma longa espera.  Não me arrependi. O caipirinha sempre foi um dos meus personagens preferidos. Creio que todos que tiveram infâncias semelhantes gostam de suas aventuras, e ele que já tinha um título próprio na versão infantil, cresceu para ser lido por outro público. Talvez não o mesmo que lê Turma da Mônica Jovem.  Mas isso é ruim?  Não. Não mesmo.

Chico Bento Moço 1

Como é natural pra quem mora no interior, quando você quer evoluir precisa sair de sua cidade para poder crescer e aprender mais, afinal, o ensino nas regiões é limitado e eles precisam ir para as cidades grandes caso queiram aprender mais. E é sobre essa transição que o primeiro número fala. Como diria o Zé Lelé, ela foca no voo dos passarinhos que cresceram e vão temporariamente abandonar seus ninhos para voltar em seguida como importantes membros da sociedade.

Chico será agrônomo, sua eterna namorada Rosinha, Veterinária, Zé da Roça vai virar professor como a emblemática “Dona Marocas” que se tornou diretora do colégio e apoiadora dos garotos e o Zé Lelé, que segundo ele, tem asas mas não quer voar longe, será fazendeiro porque acredita que alguém tem de cuidar da terra. Calma, a gente também vai esperar o Hiro.

Como todo bom oriental, ele vai fazer Matemática. Curiosamente, um lugar comum entre nisseis de cidades do interior. Os mesmos que acabam dekassegando para retomar contato com a nação de origem de seus pais. Além destes personagens, são citados: Primo Zeca, que vai pra mesma faculdade que Chico e convida o primo para dividir uma casa comunal com ele e outro amigo e Genésio, o menino mais rico da cidade, que na edição é lembrado pelo ex-caipirinha de que apesar de todas as suas empáfias, ele também é de Vila Abobrinha e deveria valorizar suas origens. No fundo, essa cena é o ponto central da história.

Os personagens vão evoluir, mas sem esquecer sua origem. E isso é grifado por dois personagens que aparecem antes da partida do personagem para Nova Esperança, onde viverá suas novas aventuras e terá de se adaptar às agruras da vida na cidade grande.

Se Turma da Mônica Jovem lembra Malhação, Chico Bento Moço lembra um pouco a Turma do Júlio de Cocoricó e não tem vergonha de brincar com isso. Em muitos momentos eles humanizam os animais tanto para o humor quanto para amenizar as emoções do momento. Vemos isso quando Torressmo e Giselda se despedem de Chico com lencinho branco ao lado da mãe ou quando a Mimosa só dão leite quando ele fala caipirês e até um cachorro que se despede com a pata.

Após esse tour pela alameda da memória e a reintrodução das novas versões de personagens velhos conhecidos é dito que eles se reencontrarão em um ano, ou seja, antes de termos novas histórias passadas em Vila Abobrinha, veremos as transições de Chico e seu primo Zeca em Nova Esperança, Rosinha em Campos Verdes e Hiro e Zé da Roça em Presidente Fonseca.

Como já disse antes, um bom primeiro número não diz muito sobre o resto da série, mas este não só foi primoroso como vale a pena dar uma olhada no próximo número e ver o andamento da história. Como fã old School, o fator mangá não atrapalha nem ajuda, mas sei que vai atrair novos leitores. Resta saber se vão conseguir manter o nível da primeira ou se vão ter de adaptar a história para agradar os leitores. Aliás, pela capa do primeiro dá pra ver dois personagens que ainda não foram introduzidos, mas que podem criar alguns laços com outros tipos de leitores e gerar tipos de histórias diferentes.

Vale o investimento, e estou curioso pra ver o que vem por aí.

Ah, sim! A faixa bônus desta primeira edição é o Jogo “O Sumiço da Rosinha”, jogo de realidade aumentada onde cada página da revista abre uma nova fase do aplicativo.  Para jogar basta baixar o app na Apple Store ou no Google play , instalar no seu celular ou tablete, e  usar a câmera para liberar as fases. A experiencia com a realidade aumentada é interessante, pois acima da revista surge a caverna em que a Rosinha se perdeu e que Chico precisará entrar pra encontrá-la. Ele foi lançado na Bienal do Livro do Rio de Janeiro junto com a edição zero da revista.

No site da editora você tem mais informações. Divirta-se.

By |2020-05-26T15:43:27+00:00agosto 29th, 2020|Uncategorized|0 Comments

Diablo 3 – Resenha

Em maio deste ano, seguindo um caminho pavimentado por diversas outras publicações literárias de sucesso vindas dos games, a DC Comics – através da Panini – lançou a HQ de Diablo 3.

Em formato americano e contendo 124 páginas, dentro de uma edição que segue os moldes “básicos” tradicionais dos quadrinhos comercializados atualmente, a edição reúne as cinco edições americanas que compunham o título Diablo: Sword of Justice, narrando acontecimentos passados entre a história dos jogos Diablo 2 e Diablo 3.

O responsável pelo roteiro é Aaron Williams, quem pode-se chamar (pelo menos na minha opinião) de b-writer, ou roteirista de segundo escalão, conhecido principalmente por uma rápida passagem por Spider-Man Unlimited e uma minissérie de 6 edições publicada pela Wildstorm.

A arte ficou a cargo do francês Joseph Lacroix, fã da série Diablo e que, claramente, tem seu traço baseado no estilo de desenho cunhado por Mike Mignola.

A trama conta a história de Jacob, um jovem de linhagem nobre, filho do governante da cidade e que é procurado por matar o próprio pai, por motivos que depois são revelados na história. O rumo da história começa a tomar forma quando Jacob é ~orientado~ por um velho profeta contador de histórias a encontrar a espada de Tyrael. Apesar de Tyrael não aparecer fisicamente, são revelados detalhes sobre o arcanjo.

Junto da espada, ele também encontra uma arcanista que se torna sua companheira nas viagens. Juntos eles enfrentam monstros, demônios e, por que não, os perseguidores de Jacob que planejam levá-lo a justiça em sua cidade natal. Quando do seu retorno à cidade de Jacob, descobrimos que uma misteriosa praga bárbara dotada de forças demoníacas está tomando o controle da população, forçando-os a cometer crimes e levando a destruição.

Apesar de claramente ser uma obra voltada para quem tem interesse na franquia de jogos, se você não tem grandes conhecimentos sobre a trama de todas as edições com certeza vai ficar perdido e sem entender muita coisa do que é contado ou citado de exemplos, referências ou acontecimentos passados. São diversas citações de personagens e localidades que só quem acompanhou de perto a evolução dos jogos vai pegar as referências ou entender o que está acontecendo ou vai acontecer.

O roteiro de Williams é raso é beira o previsível, principalmente quando a revista encaminha-se para o final. O autor parece usar o background dos jogos que já vem intrínseco na história como desculpa para não se aprofundar em nada ou perder tempo explicando de forma decente tudo que acontece, partindo direto para a viagem e ação em si. Além disso as frases parecem ensaiadas demais, durante a leitura é fácil imaginar que os diálogos acontecem tal qual uma atuação mal feita e decorada, com grandes pausas e demonstrações forçadas de emoções.

Agregado a isso temos a arte de Lacroix que, apesar de apoiar-se referencialmente no clássico estilo de Mignola, deixa muito a desejar. Os desenhos fazem uso de muita sombra, cenários escuros e ranhuras para esconder a falta de detalhes dos cenários e personagens. Eu diria até esconder a falta de habilidade do artista. Tanto personagens como cenários transbordam sujeira, traços desconexos, soltos demais, sem falar na colorização que não agrega em nada a obra.

Por fim, ter apresentado personagens novos, com uma história inédita e que não influencia em nada nos acontecimentos dos jogos torna-se algo totalmente descartável. A melhor arma de venda e captura do leitor, e provavelmente a única, que seria utilizar histórias em andamento e personagens conhecidos dos jogos, não foi utilizado. Querendo oferecer algo inédito ofereceram algo descartável, tanto como leitura como suvenir para fãs da franquia de jogos.

Uma lástima.

By |2020-05-26T15:23:52+00:00julho 26th, 2020|Resenha, Uncategorized|0 Comments

Mulher-Hulk (All-New Marvel Now – Resenha

Em terra de super-advogados, quem tem uma Mulher-Hulk é rei.

Antes de tudo. Quero deixar bem claro que mais uma vez fui enganado pela arte cartunesca dessa nova leva de desenhistas que a Marvel Comics está apostando suas fichas.

Quando vi alguns previews da série da senhorita Jennifer Walters (aka She-Hulk), eu fiquei decepcionado por pensar/achar que se tratava de mais um Quarteto-Fantástico do Matt Fraction, que para quem não sabe é ruim no enredo e ainda pior na arte, mas não. Dessa vez esse não é o caso. A arte de Javier Pulido combinou muito bem com essa visão mais “pé no chão” do Universo Marvel.

Voltando a falar agora da revista em si…

O Enredo; se trata mais uma vez daquela visão mais particular e pé no chão dos personagens do universo-616, o roteirista (Charles Soule) explora o lado mais “normal” da personagem dando foco em sua vida como advogada, mas o melhor mesmo fica por conta do belíssimo equilíbrio que existe entre à vida de advogada da protagonista e sua vida como heroína. Jennifer aqui leva uma vida mais “Gavião Arqueiro” do que “Liga da Justiça” (espero que você tenha entendido a indireta), claro que, sem nunca esquecer suas origens do poder gama.

Logo de cara, para o leitor mais conhecedor dos “paranauê”, tudo lembra muito que Mark Waid fez em seu titulo “Demolidor” (2012-2013) e muito antes Matt Fraction em “Gavião Arqueiro” (2012-2013). Se focando mais no lado humano do personagem do que suas aventuras fantásticas e altas cofunções do barulho com uma turminha da pesada. Jennifer aqui depois uma repentina mudança de vida resolve pegar um caso um tanto quanto… Perdido. Contra um gênio, bilionário, playboy, filantropo sim, ele mesmo, Tony Stark. Caso do qual, obviamente, não foi aceito por nenhum outro advogado, mas Jennifer não é qualquer uma ela é Hulka!

PS: Eu gosto de chamá-la de “hulka”, titulo do qual ela foi ela foi conhecida por um tempo aqui em terras tupiniquins, então não implique comigo.

PS: Eu gosto de chamá-la de “hulka”, titulo do qual ela foi ela foi conhecida por um tempo aqui em terras tupiniquins, então não implique comigo.

Uma das principais coisas que chamam atenção nesse primeiro volume é mesmo o roteiro, os diálogos não são nada parecidos com o que costumamos ler. Tudo é muito mais… Sério, talvez até tenha sido isso que me agradou tanto. Alguns dos diálogos são enormes, mas não irrelevantes como em “Fabulosos Vingadores”. Jennifer no inicio se mostra muito bobinha, mas depois do choque de realidade que ela leva; tudo evolui de uma maneira muito melhor. Até mesmo algumas lições sobre direito podem ser aprendidas com ela.

Depois de alguns segundos de pesquisa (foi logo de cara) descobri que o senhor Charles Soule é advogado. Ou seja, temos que continuar lendo pessoal, isso aqui promete muito.


By |2020-05-26T15:15:39+00:00junho 18th, 2020|Resenha|0 Comments

Resenha – O Inescrito 01

As histórias são a única coisa pela qual vale a pena morrer.

Harry Potter teve sua saga inspirada em um menino real. Este menino é o filho da autora, J.K Rowling. Após o sétimo livro da saga, a autora desapareceu, deixando Harrison Rowling sozinho, confuso sobre suas origens e com a eterna fama de ser “O Harry Potter” dos famosos livros e filmes.

[Ok, Kell, eu realmente acho que você deveria parar de usar drogas.]

Olá, Cruzadores, na verdade esta mentirinha aí foi só para introduzir (uiii) o tema de O Inescrito 01 – Tommy Taylor e a identidade falsa , mais um excelente material, teleportado para nossa nave, graças a parceria realizada com a Comix.

O Inescrito é uma série de Fantasia Literária, lançada sob o selo Vertigo e trazida ao Brasil pela Panini.

O Inescrito é mais ou menos assim, do jeitinho que eu escrevi, só que Harry Potter é Tommy Taylor e ao invés de escritora temos o escritor Wilson Taylor, pai de Tommy.

Sinopse Oficial

Tommy Taylor é o personagem principal de uma série de literatura fantástica que virou um fenômeno cultural. Fãs se reúnem em convenções para celebrar essa história mágica e renovar as esperanças de que seu autor desaparecido, Wilson Taylor, algum dia volte para escrever a derradeira aventura.

Wilson deixou outra herança além de Tommy: Tom Taylor, seu filho agora abandonado e que serviu como inspiração para o personagem. Venerado por ter sido a inspiração para o garoto-mago, Tom frequenta os encontros de fãs como uma lenda literária viva.

Sua história está prestes a cruzar os limiares da ficção! Estranhos paralelos mortíferos entre a vida de Tom e Tommy o arrastam para um estranho submundo literário no qual o poder de uma narrativa é tão forte quanto o de um feitiço!

Mike Carey e Peter Gross, os aclamados criadores de Lúcifer, somam forças para revelar O Inescrito, uma ousada nova série sobre o universo das palavras, as palavras do universo e a linha tênue que separa as duas coisas.

Fantasia Literária

O bruxinho Harry Potter é a referência mais óbvia e assumida na obra, mas temos tambem menções diretas a Rudyard Kipling (que você certamente conhece pelo Jungle Book, livro que originou o famoso desenho da Disney “Mogli O menino Lobo”) e Oscar Wilde (Retrato de Dorian Gray) e diversas menções a autores, histórias e locais que foram cenários para livros famosos.

Esta modalidade de fantasia conseguiu cativar minha atenção, fiquei maravilhada ao reencontrar velhos conhecidos literários dentro desta HQ.

A composição de cenários, adaptações de marcas e arquitetura tambem me deixaram encantada. Espero que os volumes seguintes consigam manter minha empolgação.

O encadernado de 17 x 26 cm tem 148 páginas e agrupa as edições  The Unwritten 1-5.

Lá fora, a série já conta com 50 números publicados. (alias, no número 50 há um crossover entre Inescrito e Fábulas ^^)

By |2020-05-13T23:53:18+00:00maio 13th, 2020|Resenha|0 Comments

Mais Reedições De Clássicos Do Batman!

Quando a reedição de Cavaleiro das Trevas chegou às livrarias ecomic shops no mês passado, quase automaticamente o blogcomeçou a receber as mais diversas sugestões de outros materiais que mereciam o mesmo tratamento. Pois bem, amigos leitores, ainda esta semana vêm aí novas tiragens de mais dois clássicos do Homem-Morcego: Coringa e A Piada Mortal!

Ambas as edições têm a mesma estrutura e conteúdo de sua última publicação pela Panini (veja detalhes mais abaixo), diferente um pouco de Cavaleiro, que ganhou uma nova capa.

Coringa (formato 18,5 x 17,5 cm, capa dura, lombada quadrada, papel couché, 132 páginas, R$ 24,00), de Brian Azzarello e Lee Bermejo, trata-se de uma história asfixiante e violenta, mostrando a interpretação de um dos maiores roteiristas da atualidade da mente insana do maior inimigo do Batman. E isso ilustrado magnificamente pela arte suja e dinâmica de Bermejo.

A Piada Mortal (formato 18,5 x 17,5 cm, capa dura, lombada quadrada, papel couché, 100 páginas, R$ 19,90) praticamente dispensa maiores apresentações. Nesse clássico conto, Alan Moore e Brian Bolland redefiniram a origem e a relação do Palhaço do Crime com seu maior adversário nos quadrinhos e, pra arrematar, ainda aleijaram a Batgirl daquela época, Bárbara Gordon. Clássico inegável.

As duas edições começam a chegar às comic shops, livrarias e às melhores bancas já na sexta-feira desta semana. E, pra melhorar, não iremos parar por aí! Mais novidades em breve…

By |2019-05-07T20:59:28+00:00agosto 2nd, 2019|Livros Nerd|0 Comments

Marvel vai publicar HQ de John Carter: World of Mars

“John Carter.” Para os não iniciados, é o nome de um filme Sci-Fi/Fantasy que vai ser lançado em março de 2012. Para outros, uma série da Marvel Comic escrita por Marv Wolfman e ilustrado pelo grande Gil Kane que foi publicada entre 1977-1979. Para os fãs das obras publicadas por Edgar Rice Burroughs, criador de Tarzan, um personagem que tem resistido ao teste do tempo desde sua estréia em 1912.

A partir de outubro (EUA), JOHN CARTER: World of Mars, começa em uma série de quatro revistas escritas por Peter David com arte de Luke Ross, com uma historia que começa anterior ao filme para dar algumas explicações e embasamentos aos fãs.

“John Carter” conta a história de um veterano da Guerra Civil Americana que misteriosamente é transportado para uma versão fictícia de Marte, chamada “Barsoom” por seus nativos. Lá ele encontra Dejah Thoris, Princesa de Hélio, e uma mulher que desesperadamente precisa de um salvador.

By |2019-05-07T20:58:20+00:00julho 26th, 2019|Livros Nerd|0 Comments

Fãs criam curta de Red Dead Redemption.

Quem curte Red Dead Redemption não pode deixar de assistir esse curta incrível, criado pelo canal do Youtube Zapruder Pictures.

Fãs criam curta de Red Dead Redemption.

A história recriada, se passa em torno da missão de recuperação da fortuna do Seth, lembram?

As principais caracteristicas apontadas pelos fãs são destacadas nos comentários sobre a escolha de personagens tão reais, o figurino e até cenas de câmera identicas ao jogo. Realmente foi um trabalho feito com paixão, com certeza um dos melhores projetos de Red Dead Redemption realizados por fãs que eu vi.

Se você já jogou Red Dead Redemption, você, com certeza, não pode perder isso:

By |2019-05-07T20:52:47+00:00julho 21st, 2019|Uncategorized|0 Comments