Réquiem – Lauren Oliver

Movies
03 jul 2014

Vamos lá, finalmente o final da trilogia. O final não foi assim “nossa que final maravilhoso” mas vamos lá.

Para quem não conhece a conhece a trilogia:

1. Delírio = Gostei muito
Delírio-Capa

Muito tempo atrás, não se sabia que o amor é a pior de todas as doenças. Uma vez instalado na corrente sanguínea, não há como contê-lo. Agora a realidade é outra. A ciência já é capaz de erradicá-lo, e o governo obriga que todos os cidadãos sejam curados ao completar dezoito anos. Lena Haloway está entre os jovens que esperam ansiosamente esse dia. Viver sem a doença é viver sem dor: sem arrebatamento, sem euforia, com tranquilidade e segurança. Depois de curada, ela será encaminhada pelo governo para uma faculdade e um marido lhe será designado. Ela nunca mais precisará se preocupar com o passado que assombra sua família. Lena tem plena confiança de que as imposições das autoridades, como a intervenção cirúrgica, o toque de recolher e as patrulhas-surpresa pela cidade, existem para proteger as pessoas. Faltando apenas algumas semanas para o tratamento, porém, o impensado acontece: Lena se apaixona. Os sintomas são bastante conhecidos, não há como se enganar — mas, depois de experimentá-los, ela ainda escolheria a cura?

 

2. Pandemônio = Bem mais ou menos

PANDEMONIO- capa

Dividida entre o passado — Alex, a luta pela sobrevivência na Selva — e o presente, no qual crescem as sementes de uma violenta revolução, Lena Haloway terá que lutar contra um sistema cada vez mais repressor sem, porém, se transformar em um zumbi: modo como os Inválidos se referem aos curados. Não importa o quanto o governo tema as emoções, as faíscas da revolta pouco a pouco incendeiam a sociedade, vindas de todos os lugares… inclusive de dentro.

3. Réquiem = Fraquinho, fraquinho

Réquiem-Lauren-OliverNo desfecho da trilogia em que o amor é considerado uma doença, Lena é um importante membro da resistência contra o governo. Transformada pelas experiências que viveu, está no centro da guerra que logo eclodirá. Depois de resgatar Julian de sua sentença de morte, Lena e seus amigos voltam para a Selva, cada vez mais perigosa. Enquanto isso, Hana, sua melhor amiga de infância, foi curada. Ela leva uma vida segura e sem amor junto ao noivo, o futuro prefeito. Às vésperas do casamento e da eleição – cujo resultado pode dificultar ainda mais a vida dos Inválidos -, Hana se questiona se a intervenção realmente tem efeito. Vivendo em um mundo dividido, Lena e Hana narram suas histórias em capítulos alternados. O que elas não sabem é que, em lados opostos da guerra, suas jornadas estão prestes a se reencontrar.

 

Vamos ver o que aconteceu nesse livro… Para começar ele é narrado por Hana e Lena, coisa que eu gostei pois podemos ver os dois lados, o da Resistência e o dos curados.

Hana, curada, vai se casar com alguém importante, mas sente que tem algo errado, a cura que era para lhe dar paz não está fazendo isso.

O triângulo amoroso de Lena, não foi o foco do livro, gostei disso, apesar de achar que Alex podia ter continuado morto… mas ok ok ok. Lena enquanto o mundo está desabando fica tentando fazer ciúmes em Alex. E ela é cheia de dúvidas que as vezes parecia que ela queria ser curada.

Requiém é um livro confuso, perdido, e o final ABERTO, SIM, ISSO MESMO. Ache o que você quiser no final do livro, parece que autora não estava afim de definir um final para seus personagens e deixou para que cada leitor imagine o que quiser. Odiei isso! Odeio finais de livros, filmes, qualquer coisa, que seja “sem final”.

Quem já leu os outros dois livros, lógico que tem que ler o terceiro e se frustrar também… ehehehe brincadeira, mas você tem que ler sim e tirar suas próprias conclusões.

Tomara que a autora tenha piedade e escreva um livro, ou apenas um conto, já serve, para finalizar o que não teve fim em Réquiem.

Esse livro foi lançado pela Editora Intrínseca, tem 304 páginas e está custando R$ 23,80 na Saraiva.

Delírio, o primeiro livro da série ganhou um piloto, mas parece que ficou só no piloto… Apesar de não ter achado as mil maravilhas eu gostaria de ver a série adaptada.

Fiquem com os vídeos:

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Gisele Cirolini

Eu, gaúcha, mãe de primeira viagem, neurótica da rotina, amo brigadeiro e quero ir pra Nárnia com a família.